MALABARES SOB RAIOS

Com força e graça 
domo a fera
sem medo.

Giro os dedos,

                com tempero

doso o tom do sol
                     no afago à lua.

E essa espada que flutua
é a que rompe o meu degredo.

Pois ânsias sem norte,
                               velejo;

Inteligência 
sem bondade e doçura.

São como as salas 
              de um edifício
                  condenado.

À mercê 
dos beijos outonais
             da ruptura.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s