Separatividade

Quais os limites do “eu”? Até onde vai o ser? Se algo caminha em mim esse algo não sou eu, então seria a pele esse limite? A comida que entra em mim enquanto não digerida, já sou eu ou ainda nao?

Esses questionamentos nos fazem refletir o quanto a ideia de separatividade está distante de nossa percepção. Há apenas uma ilusão de que somos diferentes uns dos outros, de que uma planta difere de um animal, e um humano seria diferente de outros animais. Diferenças que apenas didaticamente permitem compreender cada parte do todo.

Somos um único todo, orgânico, dinâmico, entrópico, células de um mesmo organismo vivo, em trânsito por diferentes etapas e partes desse todo.

Não há o outro. Somos. Eu vejo você.

Malone

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